DIA 10/02 PALESTRA SOBRE A VIDA E OBRA DE ANGELO AGOSTINI, O CRIADOR DOS QUADRINHOS

5 de Fevereiro de 2010 @ 11:18 por Ricardo Quintana

A exposição conseguiu focar o grande criador e de alguns de seus personagens.

A escola sediará um bate-papo na próxima quarta-feira, dia 10/02, às 19h30, entre Bira Dantas, João Antonio Buhrer e Djota Carvalho com a intenção de jogar mais luz na produção de Agostini e no impacto que sua obra causou em toda a sociedade brasileira da época, nos profissionais do humor e na imprensa, que dava seus primeiros passos.

Bira Dantas (cartunista, quadrinhista, gaitista e outros “istas”)
João Antonio Buhrer (jornalista, pesquisador de caricatura e ex-blogueiro) http://www.grafolalia.blogger.com.br
Djota Carvalho (jornalista, professor, quadrinhista “Só dando gizada” e criador do site Mundo HQ)
http://www.mundohq.com.br http://mundohq.fotoblog.uol.com.br

As façanhas Agostinianas não são poucas não. Imagine que tudo se iniciou na década de 1860 (150 anos atrás). Sem internet, bancas de jornais ou livrarias especializadas em revistas. Com um sistema bancário e de correios ainda incipiente. Agora imagine que isso tudo foi engedrado por um jovem de apenas 16 anos, recém-chegado da Itália, que aos 21 fundaria um dos primeiros jornais ilustrados do mundo: O Diabo Coxo. É mole?
Este genial artista gráfico, criador da primeira HQ do mundo (As Aventuras de Nhô Quim) em 30 de Janeiro de 1869, fundou os mais importantes jornais do Brasil na época (Diabo Coxo, O Cabrião, Revista Illustrada) e colaborou com inúmeros outros (O Mosquito, Vida Fluminense, Tico-tico).
Suas charges eram lidas e discutidas por todos. Ele era realmente popular.
Infelizmente, morreu sem reconhecimento.

A Escola de Arte Pandora tenta minimizar isso, junto a tantas outras iniciativas no meio dos Quadinhos, com exposição de trabalhos meus, de Amorim, Bordalo Pinheiro, Bernardelli, Caio Yo, Clovis Lima, Edgar Franco, Fabiano Carriero, Leandro Doro, Marcelo Mantovani, Matheus Moura, Matheus Mazzari, Moretti, Morettini, Nei Lima, Pacheco, Spacca, Toni d’Agostino, Uenderson, Will -e o próprio Angelo Agostini- dão a graça de seus traços em honra do nosso passado.Veja as imagens no blog do Bira (http://chargesbira.blogspot.com)

Sempre é tempo de provar que temos memória e que um Mestre como Angelo Agostini não deve ser esquecido.

BATE PAPO: “AGOSTINI, ONTEM, HOJE, SEMPRE!”
10/02 (quarta), às 19h30
Na Pandora
Com Djota Carvalho, Bira Dantas e João Antonio Buhrer.

Exposição até 13/02.
Das 9h00 às 19h00 (de segunda à sexta) e das 9h00 às 13h00 (sabado)

Pandora, Escola de Arte
Rua Joaquim Novais, 146
Fone (19) 3234.4443
Cambuí • Campinas - SP

Guernica

4 de Fevereiro de 2010 @ 22:09 por Arian

Guernica é uma obra impactante, uma tela pintada óleo com 782 x351 cm, que Pablo Picasso apresentou ao mundo em 1937 na Exposição Internacional de París.

A tela, em preto e branco, representa o bombardeio que ocorreu na cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 pela ação de aviões alemães e atualmente está exposta em Madrid no Centro Nacional de Arte Rainha Sofía.

guernica - guernica

Agora uma artista de Nova York chamada Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas de animação digital, criou uma versão 3D desta célebre obra de arte e postou sua criação no You Tube.

O resultado é fascinante e nos permite visualizar os detalhes, que de outra forma, passariam despercebidos.

Dica do seu colaborador favorito é publicada no Omelete

31 de Janeiro de 2010 @ 18:10 por Arian

Aqui está a reportagem do site Omelete sobre uma dica do filme Lanterna Verde que eu enviei por e-mail para os editores:

Mais supostas artes de Lanterna Verde caem na rede

Imagem do Guardião parece legítima, mas Sinestro de mullet não dá

29/01/2010Marcelo Hessel


Depois das artes conceituais de Abin Sur, Tomar-Re e Kilowog, agora caem na rede mais supostos designs de personagens de Green Lantern, o filme do Lanterna Verde da DC Comics. Veja na galeria um Guardião (que parece ter saído da mesma fonte das artes anteriores) e um suspeito Sinestro.
Os designs saíram no fórum Green Lantern Corps e são de origem duvidosa. O usuário que publicou a imagem do Guardião se limita a dizer: “Finalmente! Estou sentado nessas imagens há meses esperando começar a vazar”.

Ryan Reynolds (Hal Jordan), Peter Saarsgard (Hector Hammond) e Blake Lively (Carol Ferris) já estão no elenco. Mark Strong deve interpretar Sinestro. As filmagens começam em março, com direção de Martin Campbell (Cassino Royale). A estreia é prevista para 17 de junho de 2011.

Leia mais sobre Lanterna Verde

(o)gradecimento: Arian Carneiro

Imagem 1Imagem 2Imagem 3Imagem 4Imagem 5Imagem 6Imagem 7Imagem 8Imagem 9

Aqui estão as imagens que apareceram primeiro pela Internet:

Agora seguem as imagens que eu encontrei em um post do site Latino Review e enviei para o Omelete:

 
 

Veja o trailer de The Losers

29 de Janeiro de 2010 @ 20:16 por Arian

Veja agora o ótimo trailer de The Losers, filme baseado na HQ da DC/Vertigo (2003/2006)

thelosers 01 - thelosers 01

<a href="http://video.msn.com/?mkt=en-us&#038;from=sp&#038;fg=MsnEntertainment_MoviesTrailersGP2_a&#038;vid=1b9d070f-aff2-47f6-8a86-9b2b44ec4fc6" target="_new" title="'The Losers' Exclusive Look">Video: &#8216;The Losers&#8217; Exclusive Look</a>

30 de janeiro:

29 de Janeiro de 2010 @ 18:51 por Ricardo Quintana

Dia Nacional do Quadrinho
e um século sem o pioneiro das HQs no Brasil

Exposição na Pandora em Campinas, homenageia Angelo Agostini e o Dia da HQ Nacional

Agostine por Pacheco - Angelo Agostine

30 de janeiro é um dia especial para a arte brasileira, afinal é nesta data que se comemora o Dia Nacional dos Quadrinhos. Neste ano de 2010, porém, a homenagem é dupla: afinal, em 28 de janeiro de 1910, portanto há um século, morria Angelo Agostini, precursor do quadrinho nacional e razão do dia 30 ter sido estabelecido como Dia Nacional dos Quadrinhos: foi em 30 de janeiro de 1869 que o autor publicou a primeira história em Quadrinhos no Brasil (Nhô Quim ou Impressões de uma viagem à Corte). Para lembrar a ocasião em dose dupla, a Pandora Escola de Arte promove, de 29 de janeiro a 13 de fevereiro, uma exposição tendo Agostini como tema.

“Agostini foi um artista gráfico genial e, além de ter criado a primeira HQ, fundou os mais importantes jornais do Brasil na época - (Diabo Coxo, O Cabrião, Revista Illustrada) - e colaborou com inúmeros outros (O Mosquito, Vida Fluminense, Tico-tico). Suas charges refletiam a situação política e cultural com humor acurado e eram lidas e discutidas por todos”, pontua o cartunista Bira Dantas, professor da Pandora e estudioso da vida de Agostini.

Bira ressalta que, apesar de ser realmente popular na época, Agostini morreu sem grandes reconhecimentos. “Só posteriormente é que veio o Dia do Quadrinho Nacional, a divulgação de que ele já fazia histórias antes de Richard Outcalt (tido por muitos como “o criador” das histórias em quadrinhos). Esta exposição que faremis também é uma forma de reforçar esse reconhecimento”, diz.

Ao todo, serão mais de duas dezenas trabalhos (ilustrações, charges, caricaturas, cartuns e desenhos diversos) que poderão ser conferidos gratuitamente pelo público, de segunda a sábado. Além da arte de professores e alunos da Pandora, serão expostos desenhos e ilustrações feitas especialmente para a exposição por quadrinistas de renome, como Marcio Baraldi (Roco Loko), Franco de Rosa, Kipper, Morettini, Ruy Jobim, Shimamoto, Spacca, Edgar Franco, Mastrotti, Matheus Moura, Stocker, Amorim, Will e Gualberto .

Agostini foi o primeiro?

Muito se debate sobre quem foi o primeiro autor de histórias em quadrinhos no mundo. A versão mais divulgada é de que a primeira HQ seria Yellou Kid, personagem de Richard Outcalt lançado em 1895 por Richard Outcalt, 26 anos, portanto, depois de Angelo Agostini.

“Na verdade, Outcalt ganhou fama porque foi o primeiro a publicar seu trabalho em um jornal de grande circulação, o New York World, e de maneira mais sistemática. Além disso, apesar do personagem principal ter seus textos escritos na própria camisa, ele usava balões para os demais participantes da história, enquanto Agostini colocava os textos abaixo dos desenhos”, pontua o jornalista e cartunista DJota Carvalho, mestre em educação pela Unicamp e autor do livro A educação está no gibi (Papirus Editora).

Carvalho ressalta, porém, que outros usaram balões antes de Outcalt, assim como havia formas de narração precursoras dos quadrinhos também antes de Agostini. “Em 1827 o suíço Rudolph Topffer já publicava histórias ilustradas divididas em quadrinhos, com personagem fixo e separação de texto e imagem. Em 1702 já havia o mangá (quadrinho japonês) Tobae Sankokushi e há quem considere histórias ilustradas chinesas que datam de Antes de Cristo como precursoras das HQs. Se pensarmos bem, as pinturas rupestres também são espécies de HQ, já que usam desenhos em sequência para narrar histórias”, diz.

Para Carvalho, o fundamental é que Agostini é sem dúvida o pioneiro dos quadrinhos do Brasil e, com certeza, um dos primeiros mestres da nona arte no mundo. “A discussão de quem fez primeiro, em minha opinião, tem menos relevância do que a contribuição inquestionável de Agostini ao mundo das artes gráficas. Ele tem que ser reverenciado e lembrado sempre, pois faz parte da história do Brasil de maneira inequívoca e a qualidade de seus trabalhos é fabulosa.”

Exposição Dia do Quadrinho nacional: Um Século sem Angelo Agostini
Data: de 29/01 à 13/02.
Das 9 às 19 horas (de segunda à sexta) e das 9 às 13 horas (sábado)
Local: Pandora Escola de Arte - Rua Joaquim Novais, 146 - Fone (19) 3305.4731
Cambuí - Campinas (SP)

Quem foi Angelo Agostini

angelo agostini will - angelo agostini will

O ítalo-brasileiro Angelo Agostini nasceu em Piemonte, no ano de 1943 e passou a infância em paris, acompanhando a mãe, a cantora lírica Raquel Agostini. Aos 16 anos (em 1859), mudou-se para São Paulo e, cinco anos depois, iniciou a carreira como cartunista e publisher ao fundar o jornal Diabo Coxo – primeiro jornal ilustrado da capital paulista.

Em 1865 o Diabo foi fechado e, em 1866, Agostini voltou a carga lançando a revista O Cabrião. Crítica e polêmica, a publicação foi a falência um ano depois, após ter tido inclusive sua sede depredada por populares em virtude das constantes críticas do cartunista ao clero e aos escravagistas paulistanos. Foi nas páginas de O Cabrião, porém, que Agostini lançou sua primeira história ilustrada, As Cobranças.

Cansado da perseguição em São paulo, Agostini mudou-se ainda em 1867 para o Rio de Janeiro,, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura – com direito a inúmeras charges ironizando o governo de Pedro II e importantes figuras da sociedade carioca. No Rio colaborou com, entre outras, as revistas O Mosquito e Vida Fluminense. Nas páginas desta última publicou, em 30 de janeiro de 1969, Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte – primeira HQ brasileira e sem dúvida uma das primeiras do mundo, anterior inclusive a The Yellow Kid, que por convenção estabelecida pelos Estados Unidos muitas vezes é apontada como “ a primeira HQ”.

Em 1º de janeiro de 1876, Agostini fundou a Revista Illustrada na qual criou uma nova HQ em 1883, com o personagem Zé Caipora, que dava título à história. Caipora sria publicado também nas revistas O Malho e Don Quixote.

Em 1884, uma aluna de Agostini, Abigail de Andrade, chamou a atenção do mestre, que era casado, mas começou a se envolver romanticamente com a pupila. Abigail foi a única mulher a receber uma medalha de ouro por trabalhos expostos no Salão Imperial naquele ano e recebia grandes elogios da crítica.

Agostini conseguiu manter o romance escondido, a princípio, e em 1886 voltava a chamar atenção com seu trabalho: publicou todas as aventuras de Zé Caipora em fascículos – para muitos, a coletãnea é considerada como a primeira revista de quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.

Em 1888, porém, o relacionamento com Abigail se tornaria um escãndalo de grandes proporções na sociedade carioca com o nascimento da filha do casal, Angelina. Agostini, então, foi obrigado a se mudar com a a moça e o bebê para Paris. Em 1890, o casal teve um novo bebê, desta vez um menino, Angelo. Mas o garoto faleceu ainda pequeno e, logo depois dele, Abigail também morreu.

Agostini voltou então ao Brasil com a filha – Angelina, que faleceu em 1973, viria a se tornar uma pintora reconhecida no Rio de Janeiro – e fundou a revista Don Quixote (1895-1906), além de colaborar com a famosa revista de quadrinhos Tico-Tico. O autor publicou Zé Caipora até 1906 e, quatro anos depois, em 28 de janeiro de 1910, faleceu na capital carioca.

Genéricos

27 de Janeiro de 2010 @ 13:05 por Arian

A maioria das pessoas dizem que nada é melhor do que o original, mas eu adoro um bom genérico!

O Guaraná Antartica é gostosinho… mas nada melhor do que um Cotuba, um Arco-Irís, um Iturbaína ou o clássico dos clássicos… GUARANÁ JESUS*!!! Hahaha!

* Este último existe tão e somente no Maranhão, é cor de rosa, tem cheiro de canela, sabor de detergente (já experimentei e posso atestar este fato) e detem o título de refrigerante mais vendido em todo o estado. É verdade… a Coca-Cola teve que comprar a marca para parar de apanhar mais do que mulher de malandro no estado! Hihihi!

Esta regra muitas vezes também é valida no mundo do entreterimento!

Quantas vezes você não foi ao cinema morrendo de ansiendade para ver o seu personagem de HQs favorito ganhar vida e acabou encontrando uma versão tosca do que esperava? Principalmente se você, como eu, queria ver uma adaptação decente nos anos 90! Argh… Batman Forever… argh!!!

Mas parece que a 7ª arte resolveu dar uma trégua aos fãs de quadrinhos quando lançou em 2000 o aguardado X-Men.

A maré de porcarias parecia ter terminado com o lançamento de Homen-Aranha e Batman Begins.

Mas mesmo com esse “Bum” do cinema de HQs os estudios de Hollywood continuavam tentando enfiar uma porcaria ou outra na garganta dos inocentes espectadores… como Mulher Gato ou Elektra.

Mas o problema mesmo surgiu quando o mal gosto começou atingir grandes franquias!

Quem não achou que Homem-Aranha 3 teve a mesma qualidade de roteiro que uma dessas novelas de mutantes da Record ou que Wolverine ficou um verdadeiro “samba do crioulo doido”?

Mas se é para ficar com a versão genérica dos nossos herois… por que pagar por isso?

Saiba que tem um monte de genéricos do seu super-herói lhe esperando no Youtube totalmente de graça!

A minha primeira recomendação de genérico é uma versão “spaghetti” do nosso querido amigo da vizinhança… Homen-Aranha!

Agora veja o “cabeça de teia” na sua versão Jaspion… com direito até a robô gigante e nenhuma semelhança com as histórias originais.

Depois de enfrentar seu clone malígno e sua versão “loiro-nuclear” em seus dois últimos filmes… Superman foi parar em um interminável musical de Bollywood.

Ridículo por ridículo… vamos misturar tudo e ver o que vira…hahaha!

Vencedores do Angelo Agostini 2009

21 de Janeiro de 2010 @ 08:49 por Mario Cau

Um pouco de informação, e, por que não, de polêmica, sobre os vencedores do prêmio!

Segundo o release oficial: O Senac São Paulo e a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP), com o apoio do site Bigorna e Inarco Internacional, promovem a entrega do 26º Prêmio Ângelo Agostini, aos melhores do quadrinho nacional do ano de 2009, marcando os 100 anos do falecimento de Angelo Agostini.

Confira os vencedores:

Melhor Desenhista - Adauto Silva;
Melhor Roteirista - Laudo Ferreira Júnior;
Melhor Cartunista - Sivanildo Sill;
Melhor Lançamento - Roko-Loko - Hey Ho, Let´s Go! (Editora Rock Brigade);
Melhor Fanzine - QI (Edgard Guimarães);
Troféu Jayme Cortez - José Salles (Editora Júpiter II);
Mestres do Quadrinho Nacional: Franco de Rosa, Henrique Magalhães e Rodval Mathias.

O evento terá a seguinte programação:

13h exibição do filme Deu no New York Times (roteirizado e encenado por Henfil);
14h30min Palestra A Divulgação dos Quadrinhos na Internet com com Carlos Costa, Fábio Sales, Paulo Ramos, Renato Lebeau, Rodrigo Febrônio e Sidney Gusman;
15h30min Apresentação de lançamentos de autores nacionais;
16h Entrega dos prêmios (com exibição de trabalhos dos premiados);
17h Bate-papo com os quadrinhistas;
18h Encerramento.

O local contará com uma banca de venda de revistas independentes de autores nacionais organizada pelo Coletivo Quarto Mundo.

Será realizada a criação de uma HQ coletiva gigante (os presentes serão convidados a desenhar uma seqüência de uma HQ, com tema escolhido no início dos trabalhos).

A festa será realizada no dia 27 de fevereiro, sábado, a partir da 13h, no Senac Lapa (Rua Faustolo, 1347 - São Paulo/SP).

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Agora, polêmica. Ou não?

Não tinha me incomodado com os vencedores, até porque alguns eu não conhecia. Mas um belo dia, uma twitada de um amigo que entende muito de HQs me fez repensar. E eu concordei com ele. O lance é que, e aí não sei se concordam comigo, num ano em que tivemos lançamentos do calibre de MSP 50, 7 Vidas, Sábado dos meus amores (escolhido por quase todo mundo o melhor lançamento de 2009), Yeshua, sem contar os inúmeros bons lançamentos independentes, o ROKO LOKO ganhar é incomum. Pra não dizer injusto.

Eu gosto muito do Márcio Baraldi, autor do Roko-Loko, respeito muito o trabalho dele, apesar de não acompanhar (eu também não acompanho o Batman, questão de gosto pessoal). Nunca fui fã da arte, mas conheci e acho o autor um cara legal.

É estranho mesmo. E aí, eu pensei, numa daquelas raras oportunidades de exercitar a dedução, o quebra-cabeças. Pensem. O Angelo Agostini é um prêmio de votação aberta. Qualquer pessoa pode enviar cédulas ou emails e votar (no HQMix, ao contrário, só profissionais inscritos votam). Então, alguém que tem uma legião de fãs extensa pode ganhar, se os fãs se mobilizarem. A Pieces foi indicada, junto com dezenas de títulos, mas claro que não ganharia se o lance fosse quantidade de votos.

Umas semanas antes do fim da votação, recebi um pacote do Baraldi, com um exemplar autografado do Roko-Loko, e dentro dele, uma cédula do Angelo Agostini com uma carta, sugerindo votos favoráveis ao Roko-Loko. Não sei até que ponto isso ajudou o álbum a ganhar. Eu não votei no Agostini, faltou tempo pra pensar no assunto, e se tivesse votado, não seria no álbum vencedor. Mas enfim, me peguei pensando sobre isso. Se eu fizesse o mesmo com a Pieces, Quadrinhópole, ou qualquer outro projeto meu, não poderia ser mau-visto? Ou criticado?

Lembro de uma certa polêmica que rolou um tempoatrás, acho que no Agostini de 2008, em que foi sugerido que o Quarto Mundo fez panelinha pra votar, ganhando assim o prêmio, como coletivo, pela contribuição. Ora, nós NUNCA faríamos isso, e todos os quartomundistas sabem, o assunto foi discutido à exaustão. Nem se quiséssemos. Não é ético, pra começo de conversa.

Deus me livre querer comprar briga por causa disso, ainda mais com o Baraldão, mas não posso deixar de achar injusta apremiação. Acho sim, que os álbuns de cortesia foram enviados a muita gente, e essa galera toda votou, combinando com os já fãs do trabalho do cara, e resultou no album, que, na minha opinião, não merecia o prêmio.

Que fique bem claro: não tem a ver com a Pieces não ter ganho. Ou qualquer outro projeto no qual trabalhei. É minha opinião sobre o assunto, de achar que tivemos lançamentos de calibre muito maior que deveriam ter ganho. Eu teria votado fácil em MSP 50, que está no meu top 5 de 2009. Ou na Pieces, só pela birrinha ; )

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Por outro lado, o prêmio de desenhista foi para alguém que eu não conhecia antes, mas que segundo minha pesquisa, é um bom desenhista. Só não sei bem o que ele publicou no Brasil. Pode ser falha minha. É que é estranho o prêmio de Roteirista ter ido para o grande Laudo Ferreira, meu amigo do Quarto Mundo, pelo Yeshua. Claro, Yeshua é uma puta história, e merecidamente ganhou o prêmio, mas o Laudo é um ótimo desenhista também. Pelo menos eu sempre o vi como desenhista em primeiro lugar, e roteirista em segundo plano.

O melhor zine, QI, foi uma ótima escolha. Tem um público muito grande, e emncerrou suas atividades com o nº 100. Vai deixar saudades. O Agostini é uma homenagem e tanto.

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Não vou estender mais o assunto. É bem provável que eu vá à premiação, com os quartomundistas, então poide ser que nos vejamos lá!
Pensem a respeito. Será que é justo esse lance eleitoral todo? Seria dumping?

O que o HQ Mix nos reserva?

Você aceitaria ser salvo por estes caras?

15 de Janeiro de 2010 @ 12:54 por Arian

O herói é aquela pessoa que inspira o ser humano a enfrentar todas as adiversidades!

Ele é altruísta… é aquele que corre em direção da tragédia e não para longe dela!

Mas esses caras aí em baixo?

Eu não sei vocês… mas eu não confiaria em um desses nem para devolver um filme na locadora… hehehe!

s06 1 - s06 1
”- Superman??? Não precisa se preocupar… eu já liguei para o 190!”

s03 - s03
”- Homi-Aranha… Homi-Aranha. Nunca bate… sempre apanha!’

01 - 01
”- La garantia deste salvamento soy jo!”

s11 - s11
”- Garfos e facas de manteiga? Que raios você pretende fazer com isso?”

Belas capas da Marvel

11 de Janeiro de 2010 @ 19:33 por Arian

Este mês a Marvel apresenta uma série de belas capas nas edições dos EUA.
Veja aqui as melhores artes (escolha própria… hehehe).

marvelsproject5c - marvelsproject5c

punishermax3c - punishermax3c

xmencyclops1c - xmencyclops1c

blackwidow3c - blackwidow3c

invincibleironman22b - invincibleironman22b

DICA DE EXPOSIÇÃO

9 de Janeiro de 2010 @ 12:18 por Arian

Hoje eu vou postar uma bela dica de exposição que encontrei no Blog do Nicholas Gimenes (um ótimo Blog para quem gosta de informação e entretenimento com consciência social) - Creative Repository apresenta: 50 Exemplos de Retratos com Tipografia.

joker - joker

*A Palavra Joker significa Coringa em inglês